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                                                              Mercado  diminui  projeção  para

                                                              crescimento da economia
                                                                     A  previsão  do  mercado  financeiro  para  o
                                                              crescimento da economia brasileira este ano caiu de
                                                              3,43% para 3,29%.
                                                                     Para  o  próximo  ano,  a  expectativa  para
                                                              Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os
                                                              bens e serviços produzidos no país - é de crescimento
                                                              de  2,50%,  a  mesma  previsão  há  148  semanas
                                                              consecutivas. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro
                                                              também continua projetando expansão do PIB em
                                                              2,50%.





          Por  que  o  brasileiro  está  menos


          confiante
                 A confiança de consumidores e empresários na
          economia está perdendo força neste início de ano. Aos
          poucos, instituições financeiras começam a rever, para
          baixo, as projeções para o crescimento do PIB. E, em
          um  mês,  a  Confederação  Nacional  do  Comércio  de
          Bens, Serviço e Turismo (CNC) reviu duas vezes para
          baixo a projeção de crescimento do varejo em 2021: ela
          foi de 4,2% para 3,9% e, depois, para 3,5%. A expecta-
          tiva para o setor de serviços também foi rebaixada, de
          3,7% para 3,5%.

                                                              Mercados internacionais têm ma-

                                                              nhã de queda

                                                                     As Bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam
                                                              majoritariamente em meio a temores de que o banco
                                                              central  chinês  (PBoC)  volte  a  apertar  sua  política
                                                              monetária, embora tenha deixado seus juros básicos
                                                              inalterados pelo décimo mês consecutivo no fim de
                                                              semana,  e  com  investidores  atentos  ao  recente
                                                              avanço no rendimento dos Treasuries de longo prazo.
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