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PANTEÕES DA MITOLOGIA
Os panteões Celta, Egípcio, Grego e Nórdico são
interpretações fantásticas de religiões históricas dos
antigos tempos do nosso mundo. Elas incluem deuses que,
na maioria, são apropriados para se usar em um jogo de
D&D, separando-os do seu contexto histórico no mundo
real e unidos em panteões que servem as necessidades do
jogo.
O PANTEÃO CELTA
Dizem que algo selvagem se esconde no coração de cada
alma, um canto que se arrepia com o som dos gansos
grasnando à noite, do vento sussurrando através dos
pinheiros, do vermelho inesperado do visco em um
carvalho – e é nesse canto que os deuses Celtas residem.
Eles surgem de córregos e riachos, a força deles aumenta
com a força do carvalho, a beleza das florestas e pântano
aberto. Quando o primeiro silvícola ousou colocar um
nome na face vista no tronco de uma árvore, ou na voz
balbuciante do riacho esses deuses obrigaram-se a existir.
Os deuses Celtas são, muitas vezes, servidos tanto por
druidas quanto por clérigos, já que eles são intimamente
ligados as forças da natureza que os druidas veneram.
O PANTEÃO GREGO
Os deuses do Olimpo se fazem conhecidos com o suave
bater das ondas nos litorais e o estrondo do trovão entre
os picos enevoados. As espessas florestas ressecadas
infestadas de javalis e as colinas cobertas por oliveiras
guardam vestígios da sua passagem. Cada aspecto da
natureza ecoa com a presença deles e eles adquiriram um
lugar pra si mesmos dentro do coração dos humanos,
também.
O PANTEÃO EGÍPCIO
Esses deuses são a jovem dinastia de uma antiga família
divina, herdeiros da regência do cosmos e da manutenção
do princípio divino de Ma’at – a ordem fundamental da
verdade, justiça, lei e ordem que coloca deuses, faraós
mortais e o homem e mulher comuns em seus lugares
lógicos e justos no universo.
O panteão egípcio é incomum por ter três deuses com o
domínio da Morte em diferentes tendências. Anúbis é o
deus leal e neutro do além-vida, julgando as almas dos
mortos. Set é o deus caótico e mau do assassinato, no
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