Page 125 - Abolição_24.10.2017
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NOTAS                       11   Decreto de 19 de Agosto de 1859, sobre a necessidade   21   “Discurso do Ministro dos Negócios Eclesiásticos e da
                           1   CASTELO BRANCO, António de Azevedo, “A Escola   de reorganizar o serviço das repartições do Estado.  Justiça”, Diário do Governo, 1 de março de 1867.
                            Penal Positiva”, Revista de Educação e Ensino, III Vol.,   12   Relatório do Governador Civil do Distrito Administrativo   22   Mantém -se, contudo, enquanto disposição transitó-
                            Lisboa, 1888, p. 84 -88 e 97 -100.  de Lisboa, Antonio de Moraes Carvalho, referido ao ano   ria, para os crimes punidos com a pena de morte no
                           2   JORDÃO, Levy Maria, “Fundamentos do direito de   de 1859, Lisboa, 1860.  Código Penal em vigor, enquanto não for possível a
                            punir. Dissertação inaugural apresentada na Faculdade   13   “Ofício do Presidente da Relação do Porto ao Ministé-  aplicação da pena de prisão celular perpétua.
                            de Direito de Coimbra, no ano de 1853”,  Boletim da   rio dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, a 14 de Se-  23   A perpetuidade das penas será totalmente abolida em
                            Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, n.° 51,   tembro de 1857”, Diário do Governo, de 1 de outubro de   1884, justificando -se com a incoerência que seria con-
                            1975, p. 289  -314.         1857.                        denar alguém a uma pena perpétua, quando o princi-
                           3   FERRÃO, Francisco António Fernandes da Silva, Theo­  14   Manuel Tomás de Sousa Azevedo, Relatório apresenta­  pal objetivo da pena seria a recuperação do condenado
                            ria do Direito Penal Applicada ao Código Penal Portu­  do ao Ministério da Justiça em 20 de Abril de 1857 pelo   para o convívio social.
                            guez comparada com o Código do Brasil, Leis Práticas,   Ajudante  do  Procurador  Régio...,  Lisboa,  1857,  p.  65.  24   “Reforma penal e das prisões, que faz parte da pre-
                            Código e Leis Criminais dos Povos Antigos e Modernos,   15   CALISTO, João Maria Baptista, Algumas palavras sobre   sente Lei de 1 de julho de 1867”, título iii, artigo 20.°.
                            Lisboa, 1856, Vol. 1, p. xv.  o estado actual das prisões em geral e sua reforma,   Considerando a idade ou o estado de saúde, os detidos
                           4   Idem, p. xv, xxi e xli.  Coimbra, 1860.               poderiam ser declarados incapazes de trabalhar.
                           5   AZEVEDO, Manuel Tomás de Sousa, Relatório apre­  16   Decreto de 30 de dezembro de 1857. Esta comissão é   25   Título V, artigo 24.°.
                            sentado ao Ministério da Justiça em 20 de Abril de 1857   presidida pelo presidente da Relação de Lisboa. Por por-  26   Título V, artigo 26.°, § único.
                            pelo Ajudante do Procurador Régio..., Lisboa, 1857.  taria de 11 de julho de 1859, o Ministério dos Negócios   27   Título VIII, artigo 34.°.
                           6   GOUVEIA, António Aires de, A Reforma das Cadeias   Eclesiásticos e da Justiça encarrega o presidente da Rela-  28   Título VIII, artigo 35.°.
                            em Portugal, Coimbra, Imprensa da Universidade,   ção do Porto, o procurador régio e o governador civil des-  29   Título X, artigo 51.°, 11.°.
                            1860.                       te distrito de tomarem as medidas necessárias para se   30   A propósito da obra de António Azevedo Castelo
                           7   Idem, p. 22.             construir uma penitenciária no distrito do Porto.  Branco, Estudos Penitenciários e Criminais, 1888,
                           8   Idem, p. 36 -37.        17   Relatório do Governador Civil do Distrito Administrativo   Revista de Educação e Ensino, Vol.  III, Lisboa, 1888,
                           9   “Proposta de Lei de Organização Judicial apresentada   de Lisboa, Antonio de Moraes Carvalho, referido ao ano   p. 263.
                            à Câmara dos Deputados por João Baptista da Silva   de 1859, Lisboa, 1860.  31   MARTINS, Rocha, “Impressões de uma demorada visita
                            Ferrão de Carvalho Martens, a 28 de Fevereiro de   18   GOUVEIA, António Aires de, A Reforma das Cadeias   à Penitenciária”,  Ilustração Portuguesa, 1.° semestre,
                            1860”, Boletim do Ministério dos Negócios Eclesiásticos   em Portugal, Coimbra, Imprensa da Universidade,   1906, p. 180 -187.
                            e da Justiça – 1860, p. 85.  1860, p. 62.              32   BRITO, Gomes de, Comércio de Portugal, 1891, citado por
                           10   GOUVEIA, António Aires de, A Reforma das Cadeias em   19   Idem, p. 65.  Ferreira Deusdado, “A mulher delinquente”, Revista de
                            Portugal,  Coimbra, Imprensa da Universidade,  1860,    20   JORDÃO, Levy Maria, Projecto de Código Penal Portu­  Educação e Ensino, ano viii, 1893, p. 19.
                            p. 99.                      guês, I Tomo, Lisboa, 1861.







                           NOTES                       11  Decree of 19 August 1859 on the need to reorganise the   20   JORDÃO, Levy Maria, Projecto de Código Penal Portu­
                           1  CASTELO BRANCO, António de Azevedo, “A Escola   division of the state’s departments.  guês, Book 1, Lisbon, 1861.
                                                       12   Relatório do Governador Civil do Distrito Administrativo   21   “Discurso do Ministro dos Negócios Eclesiásticos e da
                            Penal Positiva”, Revista de Educação e Ensino, III Vol.,
                            Lisbon, 1888, p. 84-88 and 97-100.  de Lisboa, Antonio de Moraes Carvalho, referido ao ano   Justiça”, Diário do Governo, 1 March 1867.
                           2   JORDÃO, Levy Maria, “Fundamentos do direito de   de 1859, Lisbon, 1860.  22   It was kept, as a transitional provision, for crimes puni-
                            punir. Dissertação inaugural apresentada na Facul-  13   “Ofício do Presidente da Relação do Porto ao Minis-  shable by the death penalty in the penal code currently
                            dade de Direito de Coimbra, no ano de 1853”, Boletim   tério dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, a 14   in force, for as long as life, cell-based imprisonment
                            da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra,   de Setembro de 1857”, Diário do Governo, 1 October   could not be used.
                            no. 51, 1975, p. 289-314.   1857.                      23   Life sentences would be fully abolished in 1884, justi-
                           3   FERRÃO, Francisco António Fernandes da Silva, Theo­   14   Manuel Tomás de Sousa Azevedo, Relatório apresen­  fied by the lack of consistency involved in sentencing
                            ria do Direito Penal Applicada ao Código Penal Portu­  tado ao Ministério da Justiça em 20 de Abril de 1857   someone to a life sentence if the main goal of the
                            guez comparada com o Código do Brasil, Leis Práticas,   pelo Ajudante do Procurador Régio..., Lisbon, 1857,    sentence was to rehabilitate the convicted person for
                            Código e Leis Criminais dos Povos Antigos e Modernos,   p. 65.  social coexistence.
                            Lisbon, 1856, Vol. 1, p. xv.  15   CALISTO, João Maria Baptista, Algumas palavras sobre   24   “Penal and prison reform, which is part of the Law of 1
                           4   Idem, p. xv, xxi and xli.  o estado actual das prisões em geral e sua reforma,   July 1867”, Title III, Article 20. In the light of age or state
                           5   AZEVEDO, Manuel Thomaz de Sousa, Relatório apre­  Coimbra, 1860.  of health, prisoners could be declared unable to work.
                            sentado ao Ministério da Justiça em 20 de Abril de 1857   16   Decree of 30 December 1857. The committee was to   25   Title V, Article 24.
                            pelo Ajudante do Procurador Régio..., Lisbon, 1857.  be chaired by the president of the Lisbon Appeals   26   Title V, Article 26, single §.
                           6  GOUVEIA, António Aires de, A Reforma das Cadeias   Court. By Ordinance of 11 July 1859, the Minister of   27   Title VIII, Article 34.
                            em Portugal, Coimbra, Imprensa da Universidade,   Ecclesiastic Affairs and Justice instructed the presi-  28   Title VIII, Article 35.
                            1860.                       dent of the Porto Appeals Court, the royal prosecu-  29   Title X, Article 51(11).
                           7   Idem, p. 22.             tor and the civil governor of the district to take the   30   A propósito da obra de António Azevedo Castelo
                           8   Idem, p. 36-37.          measures necessary to build a prison in the district of   Branco, Estudos Penitenciários e Criminais, 1888,
                           9   “Proposta de Lei de Organização Judicial apresentada   Porto.  Revista de Educação e Ensino, Vol. III, Lisbon, 1888,
                            à Câmara dos Deputados por João Baptista da Silva   17   Relatório do Governador Civil do Distrito Administra­  p. 263.
                            Ferrão de Carvalho Martens, a 28 de Fevereiro de   tivo de Lisboa, Antonio de Moraes Carvalho, referido   31   MARTINS, Rocha, “Impressões de uma demorada visita
                            1860”, Boletim do Ministério dos Negócios Eclesiásti­  ao ano de 1859, Lisbon, 1860.  à Penitenciária”,  Ilustração Portuguesa, 1 st  semester,
                            cos e da Justiça – 1860, p. 85.  18   GOUVEIA, António Aires de, A Reforma das Cadeias   1906, p. 180-187.
                           10   GOUVEIA, António Aires de, A Reforma das Cadeias   em Portugal, Coimbra, Imprensa da Universidade,   32   BRITO, Gomes de, Comércio de Portugal, 1891, cited by
                            em Portugal, Coimbra, Imprensa da Universidade,   1860, p. 62.  Ferreira Deusdado, “A mulher delinquente”, Revista de
                            1860, p. 99.               19   Idem, p. 65.             Educação e Ensino, ano viii, 1893, p. 19.




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